Nesta terça-feira (17), durante um encontro da Associação Americana de Cirurgiões Neurológicos, foram divulgados os resultados dos últimos testes da vacina em humanos. Foi a segunda fase do estudo clínico deste tratamento em humanos. Se aprovado na terceira fase, ele é aprovado para os pacientes em geral.
Assim como uma vacina comum, contra doenças causadas por vírus e bactérias, a vacina contra o câncer é feita para induzir uma resposta da defesa do corpo contra o causador da doença – no caso, um tumor. A estratégia ajudaria não só a reduzir o tumor inicial, mas também a combater os reincidentes.
No estudo publicado nesta terça, a vacina foi usada em mais 40 pacientes em três hospitais dos Estados Unidos. Em comparação, outros 80 pacientes, que se submeteram ao tratamento convencional, também foram acompanhados. O tempo médio de sobrevivência dos que receberam a vacina foi de 47 semanas, contra 32 semanas dos demais.
Os resultados “sugerem que os médicos podem conseguir estender a sobrevivência ainda mais se combinarem a vacina com outras drogas que fortalecem a resposta imunológica”, segundo o líder da pesquisa, Andrew Parsa, da Universidade da Califórnia, em São Francisco.
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