Na manifestação, gente de todas as idades levantaram faixas com mensagens de protesto sobre diversos casos, tal como dos precatórios no Tribunal de Justiça no Rio Grande do Norte (TJ-RN).
Além disso, as pessoas reivindicaram o julgamento do mensalão, fim do foro privilegiado, a constitucionalidade da lei da Ficha Limpa, entre outras causas. Em Natal, o movimento foi organizado a partir de cinco estudantes, que o divulgaram através das mídias sociais.
Durante as manifestações, os curiosos só enxergavam mensagens de protestos, rostos pintados e ouviam apitos. Para os participantes, era uma forma simbólica de mostrar a sua indignação com problemas noticiados em jornais, revistas, rádios e sites.
movimentação começou, em 2011, com dois grupos chamados ‘Quero fim da corrupção’ e
‘Nas Ruas’, que se encontravam na internet para debater as questões políticas. Em 2012, os
movimentos saíram às ruas. Ele disse que sem sair de casa, era impossível ter o apoio da
população e mostrar as suas opiniões.
“Todo mundo reclama dos problemas nas suas casas, mas ninguém quer ir às ruas. Infelizmente,
os brasileiros não tem a cultura dos protestos”, disse Guerra. Ele acredita que a população não tem
essa cultura por comodismo. “Ninguém está satisfeito com a situação atual do país, isso é fato”,
complementou.
a levar opinião aos cidadãos. “O jovem é a força eletromotriz das questões sociais”, disse.
Como foi o caso da Raissa Medeiros, estudante de Direito, que conheceu a manifestação através
da internet. Ela disse que está cansada de manifestações vindas somente na internet e que as ruas
é uma ótima forma de mostrar a insatisfação com os políticos que representam a população. Medeiros
acredita que os movimentos sociais estão crescendo cada vez mais.
Já Luiz Carlos, estudante de Ciências Atuariais, acredita que o advento das mídias sociais facilita a
comunicação e a informação, através dela, se propaga para muitas pessoas em minutos. Por isso,
ele acredita que isso possa ser utilizado para política. “Se as mídias sociais são usadas para muitos
assuntos, por que ela não pode ser usada para política?”, disse. “As pessoas precisam sair das ruas
não só para lazer”, adicionou.
O estudante Henrique Adriano acredita que o povo está mais consciente e por isso, que existe o
aumento das manifestações políticas. “Se o povo não estivesse com consciência política, não viria
tanta gente no movimento”, disse.
.
A professora Francisca Matos, que descobriu o movimento pela internet, fez questão de participar.
“A internet é uma forma de fazer o mundo menor”, disse. Ela disse que está satisfeita com os jovens
fazendo manifestos nas ruas, pois são responsáveis pela mudança do país. “O caminho é esse”,
disse a professora em relação aos jovens.
O vendedor Makson Brito levou toda a sua família, inclusive o seu filho, para a manifestação, ele
O vendedor Makson Brito levou toda a sua família, inclusive o seu filho, para a manifestação, ele
acredita que a conscientização e as manifestações são as únicas formas que ajudam a provocar
mudanças no país.
A marcha não teve presença de policiais, mas foi bastante pacífico. No final, os participantes
A marcha não teve presença de policiais, mas foi bastante pacífico. No final, os participantes
fizeram uma caminhada até o Praia Shopping e os motoristas que estavam trafegando na via,
nessa hora, não ficaram insatisfeitos e apoiaram o projeto através de buzinadas.
“O pessoas tá de parabéns, precisa de protestos como esse”, disse o motorista João Neto,
“O pessoas tá de parabéns, precisa de protestos como esse”, disse o motorista João Neto,
que estava também tirando fotos e filmando a manifestação enquanto passava por lá.
fonte:nominuto
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